sexta-feira, 29 de julho de 2011

Bifurcação

     Queria uma bifurcação, um divisão no caminho que eu sigo. Que em algum ponto eu possa escolher tudo o que quero para mim e o que não quero levar junto de mim adiante. Assim eu poderia viver melhor. Conseguiria ter mais esperanças, sonhos. Queria seguir um caminho livre, sem pesos, sem correntes, sem nuvens de cinzas que queimam qualquer vestígio de coisa boa que tem ao meu redor. Queria poder, em algum momento, ser dono de toda a minha vida.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Por onde começar?

     Como qualquer outra pessoa que decide criar um blog, eu não fazia ideia de como começar. Não sabia sobre o que escrever. Passaram muitas coisas na minha cabeça. Mas decidi começar por um coisa que conheço bem: Preconceito. O que seria o preconceito? Segundo o Dicionário Aurélio, preconceito seria: 1. Conceito ou opinião formados antecipadamente, sem maior ponderação ou conhecimento dos fatos; ideia preconcebida. / 2. Julgamento ou opinião formada sem se levar em conta o fato que os conteste; prejuízo.
    Mas será que as pessoas fazem o minimo de noção do que é ser vitima de preconceito? Por exemplo, a humilhação que uma criança sofre por ser negra em um meio de outras crianças todas brancas. Ou então, o velho conhecido do bullying, o "NERD". Até onde passa pela cabeça das pessoas o prejuízo que isso causa a alguém? Uma criança branca não nasce com a opinião de que o negro não é igual a ela, ou então que o menino desajeitado, tímido e que usa óculos seja inferior. Isso vem de casa. Isso vem dos pais, avós, tios e irmãos.
   Porém tem o outro lado. As crianças que sofrem de bullying (que é o gênero de preconceito menos aceitável, já que vem de seres humanos que mal viveram em sociedade e já excluem os outros) muitas vezes sofrem caladas sem ninguém ao menos perceber em casa. Onde estão os pais dessas crianças que mudam de comportamento da noite para o dia e ninguém faz nada? O certo seria que os pais notassem que o filho está mais quieto, que ele não conversa ou então não fala mais da escola e dos amigos. Deveriam lutar pelo bem estar do próprio filho.
   Portanto, a culpa não é de um dos lados, mas sim dos dois. Juntos colaboram para o aumento de bullying nas escolas. Se o pai, ou a mãe do aluno que está sendo prejudicado não procura uma solução indo as escolas, conversando com os professores, como as instituições fariam algo? Pensem. Espero que algum dia ninguém mais ouça falar de bullying. Seria um grande passo na batalha contra o preconceito.